Estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA? (parte 1)

Estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA? (parte 1)

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Por Adriano Ribeiro, CEO & partner bwd e Rui Raposo, CCO & partner bwd

RPA é um tipo de software que imita a atividade de um ser humano na realização de uma tarefa dentro de um processo e que pode realizar tarefas repetitivas mais rapidamente, com precisão e incansavelmente, libertando os seres humanos para a realização de outras tarefas que requerem capacidades humanas, tais como inteligência emocional, raciocínio, e interação complexa com clientes ou fornecedores.

Na bwd costumamos dizer que o RPA tira o robô do ser humano.

Num processo de Back-Office, o colaborador humano “normal” tem um número elevado de tarefas repetitivas, rotineiras que são tristes e desinteressantes. Em função disso, esta nova onda de automação, via utilização de RPA, está a ser impulsionada pelas mesmas razões que trouxeram em primeiro lugar a robótica e automação para o local de trabalho: libertar os trabalhadores humanos de tarefas sujas, chatas ou perigosas; para melhorar a qualidade, eliminar erros e reduzir a variabilidade dos resultados. E ainda, claro, reduzir os custos.

Surge, no entanto, uma preocupação na mente das pessoas: poderá haver uma ligação entre a passagem destas tarefas para robôs e a redução de emprego para os humanos?

A única relação direta que pode ser estabelecida é a passagem para os robôs de tarefas repetitivas e que desperdiçam o potencial da intervenção humana. Com a utilização de robôs, os “humanos” passam a poder ser utilizados onde é necessário o pensamento humano, com todas as suas vertentes, como por exemplo a criatividade.

Mas afinal que aplicações tem o RPA – porque a sua aplicação está a crescer exponencialmente?

As organizações estão a lidar com cargas de trabalho cada vez maiores. Haverá uma quantidade exponencial de trabalho que coincide com o aumento exponencial de dados -50 por cento a mais a cada ano. Temos também o factor do aumento maciço na regulação de auditoria e na burocracia. Precisamos de automação para aliviar o stress que estas atividades criam nas organizações.

Por exemplo, as indústrias altamente regulamentadas, tais como seguros e banca, estão a descobrir que a automação é uma maneira barata e rápida de aplicar capacidade superior na resposta ao problema de compliance.

O RPA permite também um melhor serviço e maior atenção ao cliente, dado que possibilita mais poder em todo o processo. Numa organização em que as consultas de clientes são regulares, por exemplo, pode libertar pessoal para lidar com as questões mais complexas. Os seus utilizadores podem criar robôs inteligentes que imitam as ações humanas enquanto impulsionam a melhoria contínua utilizando inteligência artificial e tecnologias de machine learning. Estes robôs inteligentes interagem em harmonia com as aplicações, e com qualquer sistema legacy, portal ou base de dados, agregando dados, transformando-os em informações úteis, acionando respostas e comunicando entre sistemas organizacionais, sites da Web e aplicações de desktop. São por isso um excelente complemento ao trabalho humano.

Então que tarefas pode o robô fazer concretamente?

Os robôs podem ser utilizados em múltiplas atividades. Somente a título de exemplo, podemos elencar algumas:

Processamento de devoluções no e-commerce, tarefa que é significativamente consumidora de tempo quando executada de forma manual;

Gestão de Workflows, englobando quer a gestão de fluxos de trabalho, quer outros processos de RH, tais como a atribuição de turnos, gestão de mapas de pagamento e de licenças de colaboradores, os quais podem ser executados de forma mais produtiva pelo RPA;

Gestão do apoio ao cliente, que com o RPA é executada de forma ininterrupta, 24h por dia incluindo a automatização de processos como a recolha de feedback;

Gestão de ERP, executando integrações de sistemas centrais com sistemas de inventário e sistemas de front-office, o que garante uma gestão eficiente das atividades de logística e da cadeia de valor, bem como monitorização permanente do nível dos stocks;

Contabilidade e área financeira, incluindo processamento de pedidos e faturas, gestão de contas a pagar e contas a receber, conciliação de contas, ordens de pagamento, reports, consolidação de informações de contas entre inúmeras outras tarefas, podem ser geridas pelo RPA, como transações entre vários departamentos e divisões que necessitem de registo e de estar atualizadas e consolidadas no ERP;

Marketing e Análise do Comportamento do Consumidor, campanhas podem ser repetidas sem esforço manual, o que possibilita um ajuste nas estratégias com base na análise, ao mesmo tempo que o RPA ajudará a medir a eficácia de novas estratégias;

Planeamento da procura e oferta – uma tarefa complexa, que exige a pesquisa e a recolha de dados, formatação dos mesmos e execução de simulações, descobrir exceções, tarefas que podem ser automatizadas e simplificadas empregando tecnologia RPA;

Logística e Gestão da Cadeia de Valor – a automação de e-mails pelo RPA significa a possibilidade de executar-se de forma automática o envio de um email ou texto quando um pedido é reservado, enviado, atrasado ou entregue, sendo este também muito útil na manutenção dos níveis de stocks e criação de notificações quando os produtos atingem níveis extremamente baixos ou limiares. Depois de avaliar os pedidos anteriores, a RPA pode ajudar a determinar os níveis ideais de pedidos para melhorar a aquisição, reduzir custos e reduzir o desperdício.

As tarefas não estão confinadas ao tratamento de dados?

Recolha e tratamento de dados estão entre as funcionalidades imediatas do RPA, no entanto, as tarefas de análise e processamento inteligente são ilimitadas.

 

(continua…)

5 Mitos sobre a transformação digital que precisa de eliminar agora mesmo

5 Mitos sobre a transformação digital que precisa de eliminar agora mesmo

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A transformação digital pode significar mudanças profundas numa organização. Quando é aplicada de forma correta, pode trazer benefícios enormes para a empresa e resultar em aumentos de lucro e em redução de despesas. A transformação digital é um processo que deve ser bem analisado antes da sua implementação, pois uma decisão errada na hora de aplicar este conceito pode prejudicar gravemente a empresa. A transformação digital encontra-se envolta em mitos, ou seja, ideias pré-concebidas que fazem com que os empresários olhem com desconfiança e com receio para esta onda de mudança. No artigo de hoje, apresentamos algumas vantagens da transformação digital e 5 mitos que precisa de eliminar agora mesmo!

Principais vantagens

Maior competitividade

A transformação digital torna os processos mais fluídos e gerir todos os departamentos da empresa torna-se numa tarefa mais fácil e intuitiva. A definição, implementação e melhoria dos processos de negócio para uma abordagem mais prática e facilitadora é o objetivo da adoção de novas tecnologias nos negócios.

Melhor índice de satisfação dos clientes

tecnologia permite que os clientes se tornem mais próximos das marcas e que se estabeleça uma relação mais forte de lealdade. Com o uso das redes sociais, hoje em dia é possível marcar presença na vida quotidiana dos potenciais clientes através de partilhas e ofertas especiais. As empresas também estão a adotar o envio de ofertas especiais por SMS e e –mail, o que faz o cliente sentir-se especial.

Oportunidade para inovar

Quando as empresas implementam a transformação digital nos seus negócios, são capazes de incluir melhorias nos seus processos, promovendo assim a inovação. Têm também uma maior margem para inovarem os seus produtos e serviços pois a inclusão de novas tecnologias permite que incluam melhorias significativas na sua oferta.

Redução de custos

A principal preocupação dos gestores é sempre encontrar formas de reduzir os custos das empresas. A transformação digital, nomeadamente a nível da utilização de serviços na nuvem, permite que as empresas reduzam de forma significativa os seus custos operacionais. O uso desta tecnologia permite reduzir ou mesmo eliminar a infraestrutura de TI local, diminuir o volume de impressões e realizar reuniões via Skype, eliminado os gastos com viagens longas.

Desmistificando ideias pré-concebidas…

Mito 1: a transformação digital é uma função exclusiva da área de TI

A modernização da forma como a tecnologia é aplicada na empresa é uma responsabilidade de todos os setores e não apenas do setor de TI. Este processo de transformação deve ter início no topo da organização, onde se define a estratégia a adotar pelos gestores de topo. É preciso que o exemplo venha da gestão superior para depois as mudanças se aplicarem nas restantes áreas. Todas as áreas são afetadas pela transformação digital, pois as vendas, o marketing, a produção e muitas outras atividades são “vítimas” da mudança que esta transformação traz. O departamento de TI é importante neste processo, na medida em que deverá dar suporte a todas as áreas.

Mito 2: a transformação digital só se aplica nas empresas grandes

Transformar o negócio, os processos, a abordagem e as relações para que evoluam já é imprescindível para o sucesso das empresas. As pequenas empresas não ficam de fora deste novo paradigma. A transformação digital bem implementada pode ajudar as pequenas empresas a crescerem significativamente, uma vez que melhora os processos e reduz custos. Essa poupança de custos pode ser depois aplicada em investimentos que façam com que a empresa evolua mais rapidamente.

Mito 3: a transformação digital é o melhor caminho para todas as empresas

Quando um conceito está muito em voga, cai-se facilmente no erro de pensar que já que está na moda é adequado para todos. Contudo, a transformação digital é um processo complexo que vai muito além da simples atualização de software. Esta nova forma de trabalhar não é uma receita standard que possa ser seguida por todas as empresas e por isso é fundamental avaliar os impactos que esta transformação terá para o negócio, avaliando riscos e gastos.

Mito 4: a transformação digital vai reduzir muitos postos de trabalho

Infelizmente, este é um dos mitos mais comuns no que diz respeito a tecnologia. Ainda existem muitas pessoas que pensam que a evolução da tecnologia vai transformar o Mundo num local povoado por robots que irão desempenhar as nossas funções. Nada está mais errado do que este pensamento. Apesar de a transformação digital usar a inteligência artificial, é preciso que existam recursos humanos capazes de lidar com esta inteligência e de a adaptar à verdadeira realidade da empresa. A transformação digital pretende reduzir o trabalho monótono, afinar processos e melhorar os resultados da empresa. A interação humana nas empresas é completamente imprescindível, pelo que é completamente infundamentado pensar que as pessoas serão descartadas no final da sua implementação.

Mito 5: a transformação digital termina no momento da sua implementação

A implementação é apenas o início de uma viagem pelo mundo digital. A transformação digital deve ser encarada como um processo contínuo, pois é preciso avaliar constantemente a realidade da empresa e os cenários de negócio que existem a cada momento. Só deste modo é que possível encontrar as ferramentas adequadas para melhorar os processos empresariais.

A transformação digital nas empresas é cada vez mais uma necessidade e já não é encarada apenas como uma moda. Hoje em dia, uma empresa que não existe online é quase como se não existisse e é facilmente ultrapassada pela concorrência. As tecnologias digitais redefiniram a forma das empresas fazerem negócios, alteraram o modo como nos relacionamos com os clientes e a forma de comunicar. Uma pesquisa da Forrester revela que os empresários das grandes empresas esperam que 47% do total de vendas seja influenciado pelos meios digitais em 2020. Está na hora de transformar a sua empresa! Está preparado para esta transformação?

Como criar uma política de segurança de informação na sua empresa

Como criar uma política de segurança de informação na sua empresa

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A proteção da informação das empresas é o tema do momento, devido à chegada do novo regulamento geral de proteção de dados. As empresas são cada vez mais digitais e sem a prevenção da perda dos dados, a segurança destes fica seriamente comprometida. A política de segurança nas empresas é uma ferramenta imprescindível para garantir que os seus dados permanecem seguros. No artigo de hoje, deixamos-lhe dicas importante para criar uma política de segurança de informação na sua empresa.

O que é uma política de segurança?

A política de segurança é um documento desenvolvido pela empresa onde se registam os princípios de segurança que a empresa adota e que devem ser seguidos pelos colaboradores. A política de segurança deve ser aplicada em todos os sistemas de informação, a nível de desktop e de mobile. Para que a política seja respeitada, é essencial que os gestores de topo participem na sai implementação.

Como criar uma boa política de segurança da informação

  • Defina a responsabilidade dos colaboradores: estabeleça coimas para a má utilização dos recursos de TI da empresa. Devem constar ainda regras sobre acesso a sites e recomendações sobre a utilização dos dispositivos eletrónicos fornecidos.
  • Dê formação: deve haver uma formação prática na apresentação da política de segurança da informação. A empresa deve recolher declarações individuais dos colaboradores, comprometendo-se a cumprir as regras que constam no documento. Este manual deve ser de fácil acesso para os colaboradores e deverá ser revista com frequência, para que se mantenha sempre atualizada.
  • Nomeie um responsável: a empresa deve nomear uma pessoa responsável para monitorizar o cumprimento da política de segurança da informação. Este colaborador deve ser o responsável por detetar incumprimentos e violações das regras.
  • Dê a conhecer a política de segurança: o documento deve ser aprovado pelo departamento de recursos humanos da empresa. As regras presentes neste documento devem estar de acordo as leis do trabalho e com o manual interno dos colaboradores. Após a aprovação por parte dos recursos humanos, os gestores de topo também devem fazer a sua aprovação.
  • Adote um plano de disaster recovery: os planos de disaster recovery são essenciais para planear ações que garantem que um desastre não interfere no desempenho da empresa. Além desta ação proativa, os planos de disaster recorvery têm também uma ação reativa, através da ação da execução de ações de emergência, planeadas previamente e que garantem a resolução imediata de problemas. O disaster recovery define-se ainda como o conjunto de procedimentos a executar em situações de crise. O objetivo final é saltar os dados da sua empresa para que a sua informação se mantenha sã e salva.

 

“Vale mais prevenir do que remediar” é uma verdade absoluta no que diz respeito à segurança da informação da sua empresa. Conheça as soluções da IT PEERS a nível da segurança e garanta a proteção dos seus dados!

 

O que muda nas empresas com a inteligência artificial?

O que muda nas empresas com a inteligência artificial?

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Estamos numa nova era: vivemos atualmente na idade da inteligência artificial e não há como fugir disso. Brian Krzanich, CEO da Intel, garante mesmo que todas as empresas serão afetadas por esta nova tecnologia. A verdade é que tendo em conta a evolução tecnológica a que assistimos, se as empresas não se adaptarem à realidade atual, facilmente serão substituídas pela sua concorrência. Mas afinal, o que muda nas empresas com a inteligência artificial?

Antes de mais, o que é inteligência artificial?

A inteligência artificial é a capacidade que as máquinas têm para pensarem como seres humanos. Define a sua capacidade de aprender, raciocionar e decidir de forma autónoma e inteligente. Ao contrário do que se pensa, este não é um conceito recente. Surgiu pela primeira vez em 1956 por John McCarthy, um professor universitário que usou o termo para descrever um mundo longínquo em que as máquinas seriam capazes de resolver todos os problemas que até então eram resolvidos exclusivamente pelos seres humanos.

O que muda nas empresas?

Melhor utilização dos dados

A inteligência artificial ajuda a compilar dados e a analisar experiências diárias, de modo a encontrar padrões e formas de melhoria. Os sistemas de inteligência artificial de análise de dados calculam de forma autónoma a informação de modo a gerar insights imprescindíveis para uma correta tomada de decisão. Com a experiência, as máquinas serão capazes de aprender a fazer previsões de comportamento quer dos colaboradores, quer dos clientes.

Chatbots serão o futuro

Os chatbots são as estrelas da inteligência artificial. Estão ligados à base de dados da empresa e utilizam linguagem comum para falar com os clientes. São capazes de reconhecer nomes e números de telefone para prever o comportamento dos clientes. São sistemas muito inteligentes na medida em que armazenam a informação essencial para poderem encaminhar os clientes para as áreas que eles precisam de consultar. A Ryanair, por exemplo, utiliza já este sistema para falar com os clientes.

Gestão mais eficaz

A inteligência artificial ajuda as empresas a interligarem todas as suas informações, o que tem um peso importantíssimo nas decisões de gestão. Uma empresa que analise a sua informação em tempo real e que tenha num só local todas as informações de negócio importantes será capaz de tomar decisões mais assertivas e acertadas, o que potencia o sucesso do negócio. O Multipeers é, por isso, uma ferramenta cada vez mais necessária nas empresas atuais.

Eliminação das tarefas mais burocráticas

A inteligência artificial ajuda a que os colaboradores deixem de perder tempo com tarefas demasiado burocráticas e administrativas. Através de regras, é possível que robots desempenhem a função de assistentes pessoais, dando informações sobre as tarefas do dia-a-dia, reuniões agendas e tempos de viagem.

7 dicas para reduzir os custos de TI

7 dicas para reduzir os custos de TI

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As tecnologias da informação são essenciais para as empresas que querem garantir uma boa rotina operacional. As empresas estão cada vez mais informatizadas e vivemos num meio cada vez mais tecnológico. Assim sendo, é imperativo investir em tecnologias de informação. No entanto, muitos gestores consideram que estes investimentos são muito elevados e esta mentalidade acaba por tornar as empresas obsoletas. No artigo de hoje, apresentamos 7 dicas para reduzir os custos de TI, mantendo toda a eficiência organizacional!

Elimine as licenças de software que não usa

As licenças de software normalmente são caras e muitas vezes as empresas pagam por softwares que não utilizam. Assim, aconselha-se a que regularmente se faça uma revisão de todas as licenças de software que a empresa paga e se analise a sua real importância para o negócio. Não vale a pena pagar por um software que nunca é utilizado!

Forme os colaboradores

Muitas vezes, as empresas cometem o erro de não formarem devidamente os colaboradores para utilizarem um determinado software. Isso vai fazer com que as pessoas errem repetidas vezes e que a empresa incorra em custos supérfluos. Formar a equipa de trabalho para que esta utilize devidamente as ferramentas tecnológicas garante uma maior eficiência dos processos, aumenta a produtividade e reduz consideravelmente os custos de TI.

A automatização é o caminho

Muitas tarefas na área das tecnologias da informação são bastante repetitivas. Automatizar os processos é uma forma de reduzir os custos de TI, visto que não é necessário destacar um colaborador para estar exclusivamente dedicado a tarefas monótonas. A automatização reduz o tempo que as tarefas levam a ser executadas e diminui a probabilidade de erro humano.

Armazenamento na Cloud

A Cloud veio para ficar e é muito útil para reduzir custos de TI relacionados com o armazenamento dos dados. Transferir toda a infraestrutura de TI para a nuvem é uma forma de reduzir custos e aumentar a segurança da informação da empresa. Além disso, utilizando este método de armazenamento, o gestor pode aceder à informação a partir de qualquer lugar do Mundo e desde qualquer dispositivo.

Privilegie o SaaS

Utilizar software as a servisse pode mudar toda a sua área de TI. O SaaS é uma solução segura, simples e gerida à distância. Custos de manutenção de equipamento são assim eliminados, pois o fornecedor do serviço é o responsável por essa manutenção. Utilizar o software desta forma é uma das tendências do futuro e é já utilizada por muitas empresas.

Use menos servidores

Muitas empresas utilizam vários servidores, todos com baixo desempenho individual e custos elevados. Para minimizar este problema, aconselha-se que esses servidores sejam substituídos por outros mais potentes e que concentrem todos os processos. Muitas vezes, as empresas usam 5 servidores e se utilizassem apenas um teriam custos mais reduzidos e melhores resultados.

Utilize a videoconferência

Esta é uma das formas mais fáceis de reduzir custos de TI. As reuniões podem ser realizadas com recurso à tecnologia da videoconferência pois assim reduzem-se custos com viagens, alojamento e alimentação. Além disso, por norma as reuniões por videoconferência têm uma duração menor, o que liberta os colaboradores para desempenharem as suas funções e, consequentemente, a produtividade da empresa aumenta.

Sabe o que é Fog Computing?

Sabe o que é Fog Computing?

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Os métodos de armazenamento evoluem diariamente, com o objetivo de se tornarem mais dinâmicos e eficientes. Depois da Cloud Computing, surge o termo Fog Computing, um fator diferencial para se aplicar com o conceito de Internet das Coisas. Com esta nova tecnologia, muito se tem pesquisado sobre os métodos de realizar corretamente o processo e tratamento de todos os dados gerados. Fog Computing tem um papel muito importante neste processo e no artigo de hoje vamos explicar tudo sobre esta novo método de armazenamento!

O que é Fog Computing?

Imagine uma cidade inteligente onde existe uma câmara de tráfego inteligente que deteta o padrão de luzes de uma ambulância e de imediato envia essa informação para os semáforos, de modo a abrirem para que a ambulância possa passar. Se essas informações tiverem que ser processadas e enviadas para a Cloud e depois enviadas para o semáforo, existe uma perda de tempo que pode ser crucial. Fog Computing trata-se da economia de tráfego e de tempo de envio para a nuvem, fazendo com que exista um processamento direto no equipamento, sem que exista necessidade de se enviarem informações para a Cloud.

Fog Computing funciona no mesmo esquema que a Cloud, mas está mais próxima dos utilizadores e equipamentos, acelerando os processos e diminuindo o tráfego na rede, sobretudo em ambientes que não têm grande largura de banda. Fog Computing (nevoeiro) facilita sobretudo o processamento dos dados da Internet das Coisas. Fog Computing tem o objetivo de ampliar a capacidade do computador e do armazenamento na Cloud em toda a rede. Fog Computing é uma camada intermédia entre a Cloud e o hardware, que permite um processamento, análise e armazenamento de dados mais eficaz.

Fog Computing e Internet das Coisas

De acordo com o Business Insider, até 2021 quase 6 triliões de dólares serão investidos no mercado global em soluções de Internet das Coisas. Isto significa que, caso estes números se concretizem, os sistemas atuais de Cloud Computing não conseguirão lidar com todo o volume de dados, sendo necessário utilizar complementos. E é aí que entra a Fog Computing. Nesta nova realidade, é necessário estabelecer processos que antecedam a Cloud Computing, que façam a gestão e análise do ambiente para que armazenem o que realmente é necessário e importante, de modo a que haja respostas mais rápidas a determinadas questões.

 

Fog Computing oferece uma combinação de maior poder computacional, maior capacidade de armazenamento e serviços na rede e pretende lidar e resolver eventuais limitações da Cloud Computing. No fundo, o grande objetivo deste termo que está agora a emergir é lidar da melhor forma possível com os dados que são criados diariamente.

Máquinas vs Humanos: inimigos ou bons aliados?

Máquinas vs Humanos: inimigos ou bons aliados?

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O atendimento ao cliente está cada vez mais automatizado. Isso acontece devido à crescente exigência dos consumidores, que procuram respostas cada vez mais rápidas e eficientes. O mundo empresarial, nos próximos anos, terá uma maior dependência das máquinas e isso faz com que muitas pessoas olhem para elas com desconfiança e medo. Mas será que máquinas e humanos são inimigos ou podem ser bons aliados?

Máquinas vs Humanos

Um estudo realizado pela Gartner concluiu que até 2020, 85% das vezes que os consumidores se vão relacionar com as empresas será sem qualquer intervenção humana. Contudo, não devemos pensar que as máquinas vão dominar o mundo e acabar com a interação humana. Na verdade, o que este dado significa é que os seres humanos passarão a ter cada vez mais controlo sobre a tecnologia, usando-a de uma maneira mais inteligente e libertando os colaboradores das tarefas burocráticas e repetitivas.

O que muda nos principais setores

Medicina

Nos Estados Unidos, 98% das cirurgias à próstata são feitas com ajuda de robots. Podemos dizer que os computadores tornam o trabalho dos profissionais de saúde mais eficiente, diminuindo a duração das cirurgias e reduzindo drasticamente o risco de erro. Estima-se que em 2018 a área de tecnologia em saúde criará 35 000 novos empregos.

Educação

As aulas à distância são já uma realidade em muitos países. Atualmente, existem professores-robots que são capazes de dar aulas e corrigir testes. Existem mil robots deste tipo em todo o Mundo. Os alunos exigem que a educação esteja adaptada à realidade que eles conhecem e essa realidade é tecnológica. Assim, o ensino à distância será cada vez mais a forma preferencial de aprender.

Bancos

A influência das máquinas no setor da Banca relaciona-se sobretudo com a possibilidade de cada utilizador poder aceder à sua conta em qualquer lugar do Mundo. Em 2012 houve uma queda de 84% na criação de empregos no setor bancário em relação ao ano anterior. A tecnologia de facto diminuiu a necessidade de profissionais, como os operadores de caixa. Por outro lado, aumentou a necessidade de profissionais de TI.

Agropecuária

Este é um dos setores mais afetados pela entrada das novas tecnologias. No campo, aas máquinas para irrigação e colheita aumentam muito a produtividade. A substituição de homens por máquinas neste setor é uma realidade. Contudo, também aqui é necessária a existência de bons profissionais de TI, o que prova que se por um lado as máquinas substituem o trabalho humano, por outro criam novas necessidades.

Marketing e vendas

O fácil acesso à Internet e o uso cada vez maior das redes sociais mudaram o modo como as pessoas encaram o consumo. A nível de vendas, é cada vez mais fácil consumir. As pessoas conseguem comprar produtos de todo o Mundo a partir de um telemóvel. A experiência do utilizador tem evoluído muito neste setor, pois agora é possível as pessoas “experimentarem” roupa à distância, para perceberem se gostam de uma peça ou não. A nível do marketing, a automatização permite que as campanhas promocionais sejam cada vez mais direcionadas às necessidades específicas de cada cidadão, o que melhora bastante a sua experiência.

 

Máquinas e humanos não têm que ser inimigos. Na verdade, quando a tecnologia é bem utilizada, quem sai a ganhar é o Homem. O mundo tem evoluído a um ritmo alucinante e os cidadãos precisam de se manterem atualizados para não correrem o risco de perderem os seus empregos!

Top 5: Mitos sobre tecnologia que precisa de eliminar agora mesmo

Top 5: Mitos sobre tecnologia que precisa de eliminar agora mesmo

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Ao longo do tempo, muitas ideias erradas ficam enraizadas no nosso pensamento. O mundo da tecnologia é um dos mais ricos em mitos. Está na hora de eliminar ideias pré-concebidas que são falsas e que atrapalham a sua relação com a tecnologia! No artigo de hoje, abordamos os 5 principais mitos sobre tecnologia que precisa de eliminar agora mesmo!

“MacBooks são imunes a ataques de vírus”

Durante muito tempo, a Apple apregoou que os seus computadores, ao contrário das máquinas da Microsoft, eram imunes a vírus. Contudo, em 2012 um malware do tipo cavalo de Tróia afetou milhares de computadores Mac, deitando por terra o mito (bastante útil) da Apple. Ainda existem muitas pessoas que acreditam que Mac é completamente imune a ataques de vírus, mas isso é um mito!

“Carregar os dispositivos eletrónicos muitas vezes vicia a bateria”

Este é um dos principais mitos sobre tecnologia e era real até há uns anos. No entanto, as baterias modernas de iões de lítio são mais inteligentes, sabendo quando estão cem por cento carregadas e deixando de carregar quando atingem a bateria máxima. Aconselha-se que carregar computadores, tablets e telemóveis com 20% de carga é o ideal para a longevidade do aparelho.

“Não se deve investir em sistemas de gestão em momentos de crise”

Este é um dos mitos sobre tecnologia mais perigosos para a sobrevivência das empresas. Os momentos de crise obrigam as empresas a ter um maior controlo sobre as suas finanças. Por norma, nestes períodos existe uma diminuição do número de colaboradores, o que vai fazer com que os que estão na empresa fiquem sobrecarregados e os sistemas de gestão podem ser muito úteis nestas fases. A adoção de um sistema de gestão em momentos de recessão económica é essencial para garantir um maior controlo sobre gastos e orçamentos e permite agilizar processos, aumentado a produtividade da empresa. Investir num sistema de gestão pode ser o primeiro (e o mais importante) passo para sair de uma situação menos boa.

“Quanto mais ferramentas usar, mais produtivo será”

Por vezes, menos é mais e no caso das empresas e das ferramentas de gestão isto aplica-se. Muitos gestores acreditam que se utilizarem várias ferramentas em simultâneo vão ser mais produtivos, mas o que acontece é exatamente o oposto, pois o foco está disperso por diversos programas e fontes de dados. A nível de análise de dados, aconselha-se a utilização de uma ferramenta BAM como o Multipeers, pois o gestor será capaz de saber o que se passa na sua organização através de um único dashboard que coleta informações das diversas fontes de dados da empresa. Deste modo, o gestor não necessita de consultar 3 ou 4 programas, o que evita o desperdício de tempo e aumenta a produtividade.

“Basta manter o sistema atualizado para estar protegido”

Infelizmente, proteger o seu sistema de ataques informáticos não é assim tão simples. O facto de atualizar o sistema já coloca a empresa em risco, sendo por isso fundamental não ter as atualizações automáticas. É essencial que se analise todos os riscos da atualização, para perceber se após estar atualizado o sistema fica mais vulnerável. Apesar de ser importante manter os seus programas e sistemas atualizados, não é suficiente para prevenir ataques. É importante que forme os seus colaboradores para terem comportamentos corretos relativamente à segurança dos dados, pois esta é uma responsabilidade de todos os membros de uma organização.

As principais evoluções tecnológicas de 2017

As principais evoluções tecnológicas de 2017

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No mundo da tecnologia, todos os anos são importantes, pois a evolução neste setor é uma constante e o que hoje é uma novidade, amanhã poderá já estar ultrapassado. O final do ano é sempre uma época de balanços e chegou a hora de analisarmos as principais evoluções tecnológicas de 2017 e o impacto que tiveram no mundo dos negócios!

Inteligência artificial

Quem não conhece a robot Sophia? Este humanóide foi desenvolvido pela empresa Hanson Robotics, de Hong Kong, e é capaz de reproduzir 62 expressões faciais. Foi criada para conseguir aprender, trabalhar e adaptar-se ao comportamento. O facto deste robot ter recebido a cidadania de um país este ano, é um passo muito importante para o mundo da inteligência artificial. O grande objetivo desta nova forma de inteligência é tornar a vida dos colaboradores das empresas mais fáceis, através do desempenho de funções repetitivas e mais burocráticas. 2017 foi um ano muito importante para esta área, sendo uma das principais evoluções tecnológicas, e prevê-se que em 2018 a tendência seja evoluir ainda mais.

Armazenamento e software na Cloud

Já não é novidade que o uso da Cloud tem vindo a crescer nos últimos anos. A maior segurança da informação e a capacidade de aceder aos dados a partir de qualquer dispositivo e de qualquer lugar do Mundo são fatores que levaram as empresas em 2017 a optar por estas soluções. Este foi o ano em que a posição da Cloud ficou vincada no mundo empresarial e, atualmente, já não existe desconfiança perante as soluções na nuvem, mas sim uma necessidade e uma procura crescentes.

Bots

Os bots são sistemas que conseguem simular ações humanas, desempenhado o papel de assistentes virtuais. O grande objetivo da utilização desta tecnologia é tornar a experiência do utilizador mais interessante. Os bots são programados para dar informação sobre produtos e serviços, sem ter que fazer uma pesquisa (bons exemplos disto é a assistente Anna do Ikea e a Siri da Apple). Em 2017, os bots tornaram-se melhores na interpretação da linguagem humana e cada vez mais as empresas optam por utilizar estes pequenos robots, sobretudo nas áreas de serviço pós-venda.

Mobilidade

O presente é móvel e não existem dúvidas quanto a isso. Em 2017 provou-se que a mobilidade tem que fazer parte da vida das empresas. Um estudo recente da IBM revela que passamos 90% do nosso tempo perto do nosso telemóvel. Ao longo deste ano, as empresas de tecnologia ganharam a consciência de que, se pretendem vencer no mundo competitivo de hoje em dia, devem adaptar-se aos dispositivos móveis. Ter um site mobile friendly e softwares que funcionem em telemóveis e tablets é obrigatório para estar sempre um passo à frente da concorrência.

Internet das Coisas

Este ano, o número de dispositivos que envia informação cresceu drasticamente, tornando-se numa das principais evoluções tecnológicas. Estima-se que até 2020 existam entre 20 a 30 biliões de dispositivos conectados. O grande objetivo da Internet das Coisas (IoT) é tornar os objetos mais eficientes. Por exemplo, numa linha de produção, através deste sistema, é possível detetar eventuais problemas em máquinas antes de causarem danos a toda a produção.

 

O mundo da tecnologia avança a um ritmo alucinante e as empresas devem estar a par de todas as novidades para se manterem atualizadas no mercado onde atuam. Compilamos as maiores tendências tecnológicas de 2018 num e-book gratuito! Faça download e saiba tudo o que vai acontecer em termos de tecnologia no ano que está a chegar!

Top 5: Filmes inspiradores sobre tecnologia

Top 5: Filmes inspiradores sobre tecnologia

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Os melhores filmes sobre tecnologia

A tecnologia está presente nas nossas vidas e é inegável que cada vez mais faz parte do nosso quotidiano. No mundo da sétima arte, vários foram os filmes lançados que abordam o tema da tecnologia e que são verdadeiras obras de arte para os apaixonados pela área tecnológica. No artigo de hoje abordamos os 5 filmes mais inspiradores de sempre sobre tecnologia!

Matrix

A trilogia Matrix conta-nos a história de Neo (Keanu Reeves), um homem contratado por um grupo de rebeldes que está contra o domínio das máquinas. Ao sair da “matrix”, Neo descobre que vivia numa realidade assustadora, sem nunca ter dado por isso. Esta trilogia é quase obrigatória para os fãs de tecnologia pois além de serem filmes muito bem feitos e com cenas de ação inesquecíveis, levanta questões muito interessantes e filosóficas sobre o conceito de realidade aumentada.

2001 – Odisseia no Espaço

Este clássico data de 1968 e é da autoria de Stanley Kubrick. O grande objetivo desta obra cinematográfica foi prever como seria a tecnologia no ano 2001 e para isso contou com a ajuda de mais de 50 empresas e organizações. Passado o ano 2001, podemos dizer que algumas das tecnologias previstas no filme vieram de facto a concretizar-se, enquanto outras não passaram para o mundo real. As principais previsões tecnológicas mostradas no filme são as viagens interplanetárias, a colonização da Lua e a inteligência artificial. No filme é-nos revelado um sistema de inteligência artificial denominado HAL e é impossível não o compararmos com a Siri e com o Google Now. Vale a pena ver e perceber como era a mente das pessoas que faziam previsões em 1968!

Relatório Minoritário

O filme de 2002 protagonizado por Tom Cruise usa uma interface de movimentos, numa realidade que se passa em 2054. Steven Spielberg contou com a ajuda de conselheiros para a área da tecnologia, entre eles engenheiros do MIT. O detective John Anderton pensava que o sistema era perfeito até que o sistema se virou contra ele. Baseado num conto do famoso escritor de ficção científica Philip K. Dick, “Relatório Minoritário” tem a sua ação passada em Washington D.C., numa época em que os crimes foram completamente eliminados. Tom Cruise é o detetive John Anderton, responsável pela unidade de Pré-Crime – onde, através de uma tecnologia psíquica, é possível prender os assassinos antes deles cometerem os crimes. Contudo, Anderton vai ver-se envolvido em sarilhos após ser acusado de assassinar um homem que ainda não conheceu.

O homem bicentenário

Este filme baseia-se na obra do autor de ficção científica Isaac Asimov e centra-se nos conflitos de uma máquina com consciência. O enredo começa quanto o robot Andrew, interpretado por Robin Williams, desenvolve sentimentos pela família que o comprou. É um filme muito interessante para os apaixonados pela tecnologia pois questiona e faz-nos pensar se um produto da tecnologia não pode ser considerado vivo e se não merece ser tratado como uma ser com sentimentos e emoções reais.

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Este filme tem traços de drama, ficção científica e romance. Retrata a relação de Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet). Quando a relação deles termina, decidem usar um procedimento tecnológico que lhes apaga as memórias do cérebro e assim evitam o sofrimento do final do relacionamento. Este filme vale a pena ver pois mostra-nos como as relações humanas atualmente são afetadas pela evolução da tecnologia.