Como deve ser o gestor do futuro?

Como deve ser o gestor do futuro?

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O gestor do futuro não pode ser igual ao gestor do passado. O mundo empresarial muda a um ritmo alucinante, pelo que é necessário que o gestor esteja sempre a par das últimas alterações do mercado, pois só assim consegue manter-se competitivo e tomar as decisões mais acertadas para o futuro do negócio. Espera-se que o gestor do futuro seja mais proativo do que agora e que não espere as situações acontecerem para agir. No artigo de hoje, abordamos os principais aspetos sobre as características que um gestor do futuro deve ter!

Mais do que um gestor deve ser um líder

O gestor deve ser um exemplo a seguir e deve conseguir motivar a sua equipa a trabalhar na direção que acredita ser a mais indicada para o negócio. O gestor não pode ser alguém que dá ordens e espera que estas sejam cumpridas cegamente. Deve ser um líder dentro da organização, pois só assim conseguirá fazer a diferença.

Saber ouvir

É um conselho que cabe em qualquer área da vida pessoal e profissional. Como se costuma dizer, se temos dois ouvidos e apenas uma boca, devemos falar menos e ouvir mais! No mundo empresarial, o líder do futuro deve saber ouvir mais os seus colaboradores pois só assim será capaz de encontrar problemas e implementar melhorias. Quando o líder ouve os seus colaboradores, estabelece-se uma relação mais próxima entre eles e em conjunto conseguirão encontrar respostas que serão benéficas para a gestão.

Analisar constantemente o negócio

“Um negócio que não produz nada além de dinheiro é um negócio pobre”: a célebre frase é de Henry Ford e ainda se mantém atual. Um bom líder deve avaliar um negócio como um todo e não se focar apenas no dinheiro. O gestor deve ser capaz de avaliar os aspetos financeiros, mas também os aspetos relacionados com a motivação dos colaboradores, condições de trabalho e impacto social do negócio.

Simplificar os processos

“A simplicidade é a suprema sofisticação”: esta frase constava no primeiro flyer da Apple e era uma filosofia seguida pelo Steve Jobs. Steve Jobs eliminava todos os elementos acessórios e centrava-se apenas no que realmente era importante. Os gestores têm tendência a complicar tudo, desde a criação de relatórios até à realização de reuniões demoradas. Um bom gestor deve ser capaz de apresentar a informação à sua equipa de uma forma simples e de fácil entendimento para que o trabalho possa fluir a um bom ritmo. É muito por causa da necessidade cada vez maior desta simplicidade que surgiram softwares como o Multipeers, permitindo analisar a informação em tempo real de uma forma simples, prática e intuitiva.

Conhecer a tecnologia

Não é expectável que o gestor do futuro seja um expert em tecnologia, mas deve ter conhecimento sobre as ofertas existentes no mercado que possam melhorar a produtividade da organização. A tecnologia tem cada vez mais impacto no mundo empresarial, pelo que esta área deve ser acompanhada de perto pelo gestor.

Tudo o que precisa de saber sobre gestão documental

Tudo o que precisa de saber sobre gestão documental

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Na maior parte das empresas existem armários cheios de documentos que quase nunca são consultados, mas que sempre que é preciso consultar alguma informação se perde imenso tempo. Pesquisas recentes revelam que 90% dos documentos que utilizamos diariamente estão misturados com documentos que não têm utilidade. Revelou-se ainda que 80% dos documentos escritos de forma manual nunca são consultados e que o tempo gasto na gestão deste tipo de documentação representa uma das 10 atividades que mais tempo “rouba aos colaboradores”. Tendo em conta este cenário, torna-se evidente que a gestão documental é realmente necessária nas empresas contemporâneas. No artigo de hoje abordamos tudo o que precisa de saber sobre gestão documental!

O que é gestão documental?

A gestão documental é o processo de gestão e de controlo de todos os documentos existentes na organização em formato digital. Esses documentos podem ter versão física, digital ou versão na Cloud, servem como registo e consulta de procedimentos empresariais e mantêm-se na organização por um período de um ou dois anos. A gestão documental envolve todos os documentos, desde contratos, licenças e e-mails que sejam importantes para a criação de um histórico de relação com os clientes. Desde o momento em que o documento chega à empresa que segue algumas etapas:

  • Desmaterialização: o documento é recebido e é logo digitalizado
  • Classificação: estando já desmaterializado, o documento passa pela classificação, momento em que o seu grau de importância é definido e onde se define qual o local em que vai ser armazenado
  • Ciclo de vida: após a classificação, o documento passa pelo ciclo de vida definido de todos os documentos. Passa pela publicação, aprovação, encaminhamento, reencaminhamento com correções e destruição. Estando todas estas etapas cumpridas, torna-se mais fácil para o colaborador encontrar o arquivo através de um sistema de busca.

Vantagens da gestão documental

Maior organização

Os documentos encontram-se organizados por categorias e torna-se muito mais fácil encontrá-los. A falta de um sistema de gestão documental leva a que se perca muito tempo na procura de documentos, o que quebra a produtividade.

Otimização do espaço

Este método faz com que não seja preciso ter armários repletos de documentos, pois todo o arquivo se converte em formato eletrónico. Deste modo, o espaço de trabalho fica mais organizado e bastante mais agradável e reduzem-se os riscos de perdas de documentos por catástrofes naturais.

Maior agilidade

É mais fácil uma consulta simultânea e a apresentação de documentos em reunião, por exemplo, quando estes se encontram digitalizados. Os métodos de pesquisa eletrónicos são também mais fáceis quando os arquivos estão em formato digital.

Mais segurança

A gestão documental é essencial para garantir que os regulamentos estão a ser cumpridos pela organização e este é um dos principais motivos pelos quais a gestão documental deve ser encarada como uma prioridade para a empresa. Assim, é possível garantir a integridade da informação e a sua documentação.

Processos padronizados

Este tipo de soluções permite que exista uma padronização no acesso à informação, gerindo direitos de acesso, alterações e envios. Todos os colaboradores têm acesso aos documentos de que precisam e a partir de qualquer lugar. A comunicação interna sai assim facilitada, reduzindo o fluxo de informações impressas.

Simplificação do fluxo de trabalho

O fluxo da criação de um documento para aprovação varia em cada empresa, mas é comum que seja demasiado complicado em quase todas elas. Uma das razões é a necessidade de obter a aprovação de várias pessoas e caso não exista uma boa gestão documental esse processo torna-se muito moroso e burocrático. Um modelo simples resolve essa questão. Na gestão documental, a maioria dos serviços é implementada com fluxos de trabalho, o que torna mais fácil a agilidade nos processos, distribuindo o documento criado no sistema para o seu responsável poder arquivar o arquivo. Com esta simplificação dos processos, o tempo para realizar uma tarefa é reduzido, aumentando a eficiência da empresa!

 

 

7 vantagens imediatas da análise dos dados em tempo real

7 vantagens imediatas da análise dos dados em tempo real

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A informação em tempo real é uma necessidade cada vez mais presente na vida das empresas atuais. Os gestores já não podem deixar as suas decisões para depois e não é aconselhável que utilizam relatórios com alguns dias como fonte de dados para decidirem. A vida dos negócios acontece agora, a cada momento, pelo que é indispensável que os gestores tenham um conhecimento atual e fidedigno de todas as situações da empresa. Softwares como o Multipeers serão cada vez mais uma presença constante nas empresas. No artigo de hoje, apresentamos-lhe 7 vantagens imediatas da análise dos dados em tempo real para os negócios!

Decisões mais conscientes

Quando o gestor sabe exatamente o que se passa no negócio, é muito mais fácil tomar a decisão certa e esta é sem dúvida a vantagem mais imediata e mais importante de utilizar um sistema de informação em tempo real. Analisar o negócio em tempo real permite ter todos os inputs necessários para que se possa decidir conscientemente sobre o melhor rumo a tomar, pois a informação que vai analisar está atualizada e é fidedigna.

Definição de alertas de negócio

Os softwares de monitorização do negócio como o Multipeers permitem a definição de alertas de negócio para que seja avisado sempre que alguma situação sai do seu padrão. Onde quer que esteja, será notificado por SMS ou e-mail sobre eventuais alterações aos seus padrões previamente estabelecidos e poderá agir de imediato, antes mesmo de haver prejuízos para a organização. Esta revela-se uma enorme vantagem competitiva pois possibilita uma ação imediata e impede consequências negativas para o negócio.

Consulta da informação em qualquer dispositivo

Quase todos os programas de gestão de informação em tempo real apresentam a possibilidade de serem utilizados em dispositivos móveis, o que é uma enorme vantagem visto que o mercado empresarial está cada vez mais móvel. Com esta ferramenta, pode estar numa reunião ou numa viagem e ter informação real e atualizada sobre o estado verdadeiro do seu negócio.

Deteção precoce de eventuais problemas

Uma falha no processo de produção pode significar problemas sérios com clientes, fornecedores e parceiros se não for detetado e corrigido a tempo, destruindo linhas produtivas completas e prejudicando a relação com stakeholders. Acompanhar o processo produtivo em tempo real permite identificar eventuais falhas e a sua respetiva correção em tempo útil. Deste modo, quaisquer desvios serão corrigidos o mais rapidamente possível.

Utilização de diversas fontes de dados em simultâneo

Com a utilização de um sistema de análise em tempo real é possível agregar num só sistema toda a informação relativa à empresa. Deste modo, o acesso à informação torna-se bastante mais fácil e intuitivo, reduzindo o tempo que anteriormente o gestor gastava a condensar informações oriundas de diversas fontes de dados.

Diminuição da probabilidade de errar

O uso de sistemas de análise de dados em tempo real reduz as falhas de comunicação e acelera a consolidação dos dados, reduzindo assim a probabilidade de cometer erros prejudiciais para o negócio. Toda a informação da empresa vai estar condensada apenas num local, o que torna os processos de análise mais ágeis e eficazes.

Identificação célere de oportunidades de negócio

Com a utilização de uma ferramenta de análise em tempo real poderá identificar oportunidades no exato momento em que elas surgem, o que lhe permitirá estar sempre um passo à frente da concorrência. Uma modificação na procura de um produto, por exemplo, poderá levá-lo a lançar uma campanha específica, o que vai aumentar as vendas e melhorar os resultados globais.

 

Analisar os dados em tempo real é cada vez mais uma realidade nas empresas em todo o Mundo. Os negócios acontecem a um ritmo muito acelerado e é essencial que saiba o que está a acontecer na sua empresa para conseguir tomar as decisões mais adequadas para o seu negócio. Faça download do nosso e-book e saiba como uma ferramenta BAM o pode ajudar a gerir!

Como é o processo de tomada de decisão nas empresas de sucesso?

Como é o processo de tomada de decisão nas empresas de sucesso?

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Decisões, decisões e mais decisões: é assim o dia-a-dia de um gestor. Qualquer decisão interfere no sucesso (ou insucesso) do negócio, pelo que é fundamental ter conhecimento adequado e atualizado no momento de decidir. As decisões devem ser tomadas de modo consciente, pois quando decidimos intuitivamente, sem dados e factos concretos, poderemos estar a prejudicar seriamente o nosso negócio. No artigo de hoje, vamos perceber como é o processo de tomada de decisão nas empresas de sucesso!

Primeira etapa: identificação do problema

Numa grande parte das situações, a tomada de decisão tem como objetivo resolver um problema. Assim, é preciso identificar a sua origem e listar todas as possíveis soluções. Esta etapa parece básica mas é uma das mais importantes, pois vai dar-nos os dados necessários para sabermos qual caminho escolher. No final, a decisão tomada terá que estar de acordo com o problema identificado. Se isso não acontecer, a decisão tomada poderá ser completamente ineficaz para as necessidades da empresa.

Segunda etapa: recolha de dados

Nesta etapa, é importante fazer uma recolha dos dados necessários para tomar a decisão. É aqui que se faz uma análise completa da situação. Cada vez mais, os gestores precisam de ter acesso aos dados em tempo real. Soluções como o Multipeers permitem que o gestor tenha acesso a todas as informações oriundas de todas as fontes de dados da empresa. Este cenário é o mais indicado para que a decisão tomada seja a correta para o negócio, uma vez que o gestor sabe, a cada momento, exatamente aquilo que se passa no seu negócio. A informação em tempo real é cada vez mais uma necessidade e uma realidade nas empresas de todo o Mundo.

Terceira etapa: avaliar todas as hipóteses

Antes de tomar uma decisão, o gestor deve identificar e analisar pormenorizadamente todas as alternativas disponíveis. O mesmo problema pode ter várias soluções e o gestor deve contar com a ajuda da sua equipa para escolher o melhor caminho a seguir. Deste modo, não só a empresa ganha pois a opinião de todos será, certamente, melhor que a de uma pessoa só, como os colaboradores se sentirão mais motivados pois sentem-se parte integrante do processo.

Quarta etapa: decisão e acompanhamento

A última etapa é escolher a alternativa mais adequada à realidade da empresa. Contudo, o processo de decisão não deve ficar extinto no momento em que se decide. Para que haja uma evolução positiva do negócio, todas as decisões devem ser acompanhadas continuamente, de modo a perceber se realmente foi a decisão certa para o negócio e para aplicar alterações caso sejam necessárias.

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Conheça os principais indicadores industriais e saiba como podem ajudá-lo no dia-a-dia

Conheça os principais indicadores industriais e saiba como podem ajudá-lo no dia-a-dia

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“O que não pode ser medido não pode ser controlado”: esta frase faz todo o sentido no mundo dos negócios e, cada vez mais, os gestores têm a consciência de que é necessário avaliar cada uma das suas ações. Só com um acompanhamento efetivo de tudo aquilo que se passa num negócio é que é possível aplicar medidas de melhoria e conseguir níveis elevados de performance. Os KPI – key performance indicadores – são fundamentais no processo de gestão, avaliação e de melhoria contínua de um negócio. No artigo de hoje, vamos falar sobre os principais indicadores industriais e explicar como podem ajudá-lo no dia-a-dia!

Indicadores de Produção

Em qualquer indústria é fundamental que exista uma monitorização contínua da produção, com o objetivo de analisar a sua eficiência e tempo de atividade. Os indicadores de produção, quando bem aplicados, ajudam a reduzir os custos produtivos, a melhorar os níveis de produtividade e a aumentar o lucro. Alguns dos indicadores de produção mais utilizados são os seguintes: número de produtos produzidos, tempo de inatividade de uma máquina ou de um colaborador e horas trabalhadas na produção.

Indicadores de Pedidos

Estes indicadores dão-nos informações sobre stocks, liquidez, inventários, entre outros aspetos. São indicadores que nos permitem ter uma visão global sobre aquilo que temos no momento para venda, quais os pedidos que falta concluir e qual a nossa rentabilidade financeira. Os principais indicadores deste tipo são: volume de negócios, percentagem de encomendas não cumpridas, índice de inventário para vendas e percentagem de encomendas entregas no tempo devido.

Indicadores Económicos

Os indicadores económicos são transversais a todas as atividades e têm um peso muito significativo para a indústria. Estes indicadores dão-nos todas as informações relativas à saúde financeira do negócio. Os principais indicadores nesta área são: margem de contribuição, percentagem de lucro, ponto de equilíbrio económico, EBITDA, ticket médio e amortizações.

 

Como é que estes indicadores me podem ajudar no dia-a-dia?

  • Informação relevante para decisões conscientes: os KPI’s fornecem muita informação sobre a empresa e nessa medida tornam a tomada de decisão mais eficiente e mais fácil. Os gestores queixam-se frequentemente da falta de informação sobre a empresa para poderem decidir de forma consciente e estes indicadores de desempenho ganham um papel de destaque no momento de tomar decisões sobre o futuro da empresa. Os gestores só conseguem tomar decisões assertivas e acertadas se tiverem um total conhecimento sobre a realidade empresarial. E nada melhor que KPI’s para fornecer todo esse conhecimento.

  • Objetivos mais realistas e mais facilmente cumpridos: analisar o desempenho de uma empresa de forma constante garante que se dedique uma maior atenção ao cumprimento dos objetivos. Um processo eficiente deve ser planeado e controlado. O acompanhamento contínuo do desempenho assume um papel de grande relevância no planeamento e posterior controlo, pois fornece informações sobre processos desenvolvidos pela organização. A eficácia de qualquer estratégia de controlo depende em grande medida da correta adequação das métricas de desempenho desenvolvidas e dos KPI’s.

  • Mais conhecimento sobre a estratégia empresarial: é fundamental que cada colaborador da empresa ou organização conheça os seus KPI’s e que estes sejam atualizados com alguma frequência. “Se não soubermos para onde vamos, qualquer caminho serve”: o mesmo se aplica nas empresas. Se não tivermos consciência dos resultados que devemos atingir com o nosso trabalho, poderemos fazer qualquer coisa, e isso possivelmente não estará em linha com os objetivos gerais da organização. Definir os indicadores de cada colaborador e fazer a ligação com o sistema de monitorização é essencial para que se obtenha uma visão global e integrada do estado da empresa e do desempenho de cada um. É importante ainda referir que cada colaborador deve ter acesso apenas aos indicadores importantes para a prossecução do seu trabalho, de modo a ter um dia-a-dia mais focado e organizado.

Ter uma visão mais ampla é fundamental para conseguir acompanhar o negócio e tomar decisões acertadas. No dia-a-dia empresarial agitado de hoje em dia e com as exigências cada vez maiores dos consumidores, ter conhecimento sobre o mercado é uma arma obrigatória para se vencer. Faça download do nosso e-book sobre monitorização do negócio e saiba como um sistema BAM pode ajudar a sua empresa a crescer de modo sustentado!

7 decisões que podem levar uma empresa à falência

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Os gestores enfrentam todos os dias diversos momentos em que precisam de tomar decisões importantes para o rumo dos negócios. Atualmente, existem ferramentas como o Multipeers que ajudam os gestores a terem uma visão mais global e mais abrangente sobre o estado real das empresas, o que tem um peso muito significativo para uma tomada de decisão mais consciente. Contudo, decidir envolve sempre riscos e existem decisões que podem levar uma empresa à falência. No artigo de hoje, abordamos as 7 decisões que podem comprometer a sobrevivência de um negócio.

Partir para um novo investimento sem analisar o mercado

Se pretende abrir um negócio ou se pretende investir num novo produto ou mercado, é obrigatório estudar muito bem o mercado, as suas necessidades e características. Um investimento mal pensado pode arruinar um negócio. Quando uma empresa investe numa nova área, tende a canalizar os seus investimentos monetários e de tempo para essa área, acabando por descurar outros setores do negócio. Caso essa aposta seja falhada, poderá comprometer toda a viabilidade do negócio. Uma análise profunda e detalhada deve ser feita antes de se avançar para novos projetos.

Não ouvir o cliente

O cliente é importantíssimo para o sucesso de um negócio. Sem clientes, o negócio não faz sentido. Assim sendo, a empresa deve ter em consideração as necessidades do cliente e deve estar disponível para ouvir as suas críticas e sugestões. Muitas empresas cometem o erro de pensar que a venda se conclui no momento da compra. A verdade é que o serviço pós-venda é muito importante (cada vez mais!) e o cliente gosta de se sentir acompanhado mesmo depois da compra.

Não investir em marketing

As ferramentas de marketing são essenciais para todas as empresas que pretendem destacar-se no mercado. Com a evolução do marketing digital, é cada vez mais importante que as empresas invistam em ações de marketing que permitam captar a atenção dos potenciais clientes. Atualmente, uma empresa que não existe online é quase como se não existisse de verdade. Por isso, é fundamental que o marketing seja encarado como um vetor estratégico dos negócios.

Falta de planeamento

Muitas empresas não planeiam as suas ações e preferem ir agindo conforme as situações vão aparecendo. Esta é uma decisão que pode comprometer seriamente o sucesso dos negócios. As empresas devem fazer um planeamento a curto e a longo prazo e devem ter planos alternativos caso a estratégia escolhida não dê certo. Ter um bom planeamento é evitar surpresas desagradáveis e é estar sempre preparado para situações inesperadas.

Não acompanhar as alterações do mercado

Mesmo as empresas que estão no mercado há muitos anos devem estar sempre atentas às tendências do mercado. Ao longo dos anos, os comportamentos e hábitos dos consumidores alteram-se e as empresas devem estar preparadas para mudarem com eles. A empresa deve adaptar o seu produto/serviço às necessidades que o mercado vai apresentando pois só assim conseguirá manter-se na “luta”.

Não investir nas ferramentas adequadas

Muitas vezes, as empresas não querem investir em ferramentas de gestão devido ao seu preço, mas acabam por pagar um preço maior devido à falta de informação e à desorganização que se instala no negócio. Muitas ferramentas traduzem-se em maior eficiência e conhecimento de mercado, o que traz inúmeras vantagens para a empresa. Uma solução cada vez mais necessária e utilizada nas empresas é o Multipeers, que permite que analise o seu negócio em tempo real através de um dashboard que aglomera todas as informações oriundas das diversas fontes de dados que existem na empresa.

Não inovar

A inovação deve ser encarada como uma ferramenta estratégica nas empresas. Uma empresa que fica estagnada durante anos não tem nada de novo para oferecer ao público. Numa época em que a competição empresarial é tão “apertada”, é fundamental que as empresas tenham uma pessoa responsável pela parte da inovação, pois só assim conseguirão oferecer mais valor aos seus clientes.

 

 

 

Os principais pilares da segurança de informação nas empresas

Os principais pilares da segurança de informação nas empresas

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Podemos arriscar dizer que “segurança” foi a palavra mais ouvida no âmbito das necessidades empresariais em 2018. Na sequência da entrada em vigor do novo regulamento geral de proteção dos dados, as empresas preocuparam-se efetivamente em garantir que a sua informação se encontrava segura, adotando novas ferramentas e novas formas de lidar com a onda gigante de dados que é gerada diariamente. Mas quais são os principais pilares da segurança de informação nas empresas?

Confidencialidade

A confidencialidade diz respeito a todos os procedimentos e políticas que permitem restringir e regular o acesso a informações sensíveis e confidenciais. É importante que numa empresa o acesso à informação esteja regulamentado e que tenha vários níveis, de acordo com os cargos e com a necessidade de acesso de cada colaborador. A maior parte dos ataques informáticos tem origem interna, pelo que é preciso ter muito cuidado para que a informação mais importante da empresa não caia nas mãos erradas.

Integridade

A integridade é um pilar importante visto que permite identificar se houve alguma alteração no processo ou envio dos dados. A integridade dos dados é essencial para o bom funcionamento de uma empresa e é importante que os dados se mantenham inalterados mesmo após passarem por sucessivas pessoas. Os dados confidenciais de uma empresa não podem ser alterados por qualquer colaborador, devendo haver um procedimento definido para esta situação.

Disponibilidade

Os dados devem estar disponíveis sempre que seja necessário aceder aos mesmos. A segurança da informação não pode permitir que os dados estejam “num lugar longínquo”, em que sejam necessárias muitas etapas para conseguirmos visualizá-los. O armazenamento na Cloud tem vindo a ganhar cada vez mais “adeptos” ao longo dos últimos anos, uma vez que permite que os dados estejam disponíveis em qualquer lugar, em qualquer altura e a partir de qualquer dispositivo. Contudo, é essencial que existam cuidados com a segurança dos dispositivos utilizados na empresa. Ter um bom antivírus, não abrir e-mails suspeitos nem visitar sites pouco credíveis são regras que se devem cumprir sempre.

Autenticidade

A autenticidade é um dos pilares fundamentais da segurança dos dados. Devemos conhecer a origem dos dados com os quais lidamos, pois só assim conseguimos garantir que eles são fidedignos e atuais.

Vivemos num mundo altamente digital e por isso as ameaças tê-se proliferado a uma velocidade muito rápida. Hoje em dia, as empresas precisam efetivamente de utilizar soluções de segurança de dados, sob pena de verem as suas informações confidenciais expostas. Uma falha de segurança pode ser dramática para um negócio, podendo mesmo ditar o fim do mesmo. As ameaças à segurança dos dados são cada vez maiores e mais sofisticadas, tornando mais difícil garantir a segurança dos dados no negócio. Proteger a informação que a sua empresa gera diariamente é essencial para o sucesso do negócio e nesta fase em que o novo regulamento geral de proteção dos dados já entrou em vigor, é ainda mais importante trabalhar no sentido de conseguir proteger os dados da empresa e dos seus stakeholders.

 

Controle de dados: da gestão até à contabilidade

Controle de dados: da gestão até à contabilidade

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Dominar o controle de dados de uma empresa é um passo fundamental para o sucesso. Hoje vivemos na era do Big Data, onde grandes volumes de informações são processados a todo instante, auxiliando as empresas a tomarem decisões mais assertivas. O que muita gente desconhece é que dados são diferentes de informações. A informação só surge quando os dados são interpretados. Ter um grande volume de dados empresariais só significa melhor desempenho se sua empresa for capaz de converter esses dados em informações precisas e dinâmicas Pensando nisso vamos esclarecer as principais dúvidas sobre o controle de dados empresariais e de como a informatização está mudando o mundo dos negócios para melhor. Confira:

Afinal o que é controle de dados?

O controle de dados é um conjunto de ações que buscam otimizar a leitura de diferentes informações que afetam o desenvolvimento de uma empresa. Quando falamos em dados empresariais, podemos abordar diversos setores, mas o conceito de maior destaque é o Big Data.

Segundo o site Oracle Brasil[1], Big Data é:

“[…] uma estratégia de gerenciamento de informações holística que inclui e integra muitos tipos de dados e gerenciamento de dados juntamente com dados tradicionais.”

Isso quer dizer os grandes volumes de dados são triados e analisados de modo a representarem informações concretas sobre diversos setores, como comportamento dos clientes, tendências de mercado, possibilidades de investimentos e até mesmo apontando falhas operacionais em diversos setores de uma empresa.

O Big Data está diretamente relacionado aos chamados “3 Vs”:

Volume: como já diz o nome, tudo no Big Data é GRANDE. Estamos falando de uma enorme quantidade de dados, que podem ser internos ou externos ao ambiente empresarial. Um exemplo de dados internos sãos os inúmeros relatórios como compra, venda, lucros e muitos outros dados do dia a dia de um negócio.

Os dados externos podem ser representados pelo comportamento do cliente, demandas, mudanças de mercado e todas as ações que ocorrem fora da empresa, mas que afetam diretamente o seu andamento e lucratividade.

Velocidade: o Big Data se caracteriza pela enorme velocidade em que esses novos dados são criados. A cada segundo milhões de dados são lançados no mundo digital, o que exige das empresas rapidez na leitura dessas informações. As empresas que não acompanham essa velocidade acabam ficando para trás.

Variedade: assim como há um grande volume de dados, girando numa velocidade cada vez maior, há também uma grande variedade de dados, disponíveis em diferentes setores e canais.

Esses dados são disponibilizados de maneira não estruturada, ou seja, estão fragmentados em diversos modelos e precisam ser triados para que a informação faça sentido. Cada meio digital possui um tipo diferente de dados, exigindo um tipo distinto de leitura. Há dados, por exemplo, em redes sociais, e-mails, aplicativos de mensagens, sites ou até mesmo no seu setor contábil.

Como o controle de dados influencia em minha empresa?

Empresas são muitas coisas, mas acima de tudo são dados. Cada ação de sua empresa, por mais simples que pareça, representa um dado esperando por interpretação.

Durante muito tempo as empresas operaram de modo quase intuitivo, confiando apenas em informações básicas e nem sempre relevantes. Isso sempre gerou atrasos, gastos indevidos e problemas na captação de novos clientes e criação de novos produtos.

Para resolver esse problema foram criados os ERPs, software de automação comercial, integrados a diversos setores de uma empresa. Uma evolução desse processo foi a criação da integração contábil, que proporciona o envio dos dados contábeis das empresas diretamente aos seus contadores.

Vamos entender melhor essas duas ferramentas a seguir:

Controle de dados empresariais na prática

O controle de dados atua em diferentes setores de uma empresa, mas principalmente em 3 áreas: dados internos, externos e setores contábeis. Vamos conferir:

Dados internos – Softwares de automação comercial (ERP)

Os ERPs, sistemas de automação comercial que otimizam o processo de gestão, funcionam como uma central inteligente que analisa e gera relatórios sobre todos os setores de uma empresa.

Aqui estamos falando de dados internos, ou seja, de tudo o que acontece dentro de uma empresa. Fluxo de caixa, contas a pagar e receber, entrada e saída de estoque, cadastro de clientes e muitos outros setores são otimizados pela gestão automatizada realizada por um ERP.

Desta forma o ERP garante que a empresa reduza seus riscos de operações no mercado, realizando o controle de dados com relatórios otimizados e dinâmicos.

Uma empresa pode controlar melhor seus gastos, calcular melhor suas margens de lucro, seu fluxo de vendas ou ainda controlar a folha de ponto de seus funcionários. Tudo isso dentro do ambiente digital do ERP.

O ERP proporciona ainda uma melhor gestão dos clientes e fornecedores. Através de relatórios detalhados é possível cadastrar e acompanhar a movimentação em cada um desses setores, apontando eventuais falhas e promovendo correções.

O ERP acaba com o controle manual, gerando uma maior eficiência dos processos de controle de dados. Os modelos de ERP mais modernos contam com a tecnologia em nuvem, onde os dados empresariais são armazenados com segurança no servidor do sistema. A principal vantagem deste modelo é que os dados podem ser analisados em tempo real, sem a necessidade de instalação de softwares e sem o risco de problemas de segurança.

Dados externos

A análise de dados externos representa a leitura e interpretação de dados fora da empresa.

Este é o campo mais complexo do Big Data, pois lida com o comportamento de diversos consumidores e as tendências do mercado. Para se obter esses dados de maneira relevante podem ser usados programas e aplicativos que avaliam a opinião dos clientes no ambiente virtual. As redes sociais também podem ser usadas como fonte de dados, realizando prospecções de mercado, enquetes e formulários de pesquisa.

Um bom sistema de CRM (Customer relationship management, ou Gerenciador de relacionamentos com o cliente) pode ser encontrado em diversos sistemas ERP, facilitando a integração dos mesmos.

Setores contábeis – Integração contábil

Durante muito tempo as empresas enviavam manualmente seus relatórios e dados para seus contadores. Esse processo está saindo de cena. A integração contábil é uma forma prática de automatizar o envio de dados de um empreendimento para seus contadores. Este é um passo fundamental para evitar erros, otimizar o tempo e garantir que a rotina contábil da empresa esteja sempre em dia.

Neste modelo de operação o ERP da empresa está conectado ao sistema do contador. A empresa deixa de gerar, imprimir e enviar os relatórios mensais (como fechamento de caixa, folhas de ponto, controle de contas) de modo manual e passa a contar com o envio de dados automático.

Isso possibilita ao contador maior eficiência em seu trabalho e poupa a empresa de ter que administrar manualmente um grande volume de informações. A integração contábil acaba ainda com o envio de informações através de diferentes canais, como telefone, e-mail ou fax.

Neste modelo o contador obtém um painel de controle detalhado, onde cada informação da empresa está disposta de maneira intuitiva e simples. Assim é possível alertar o empresário de eventuais vencimentos ou sobre o envio de documentos importantes, evitando atrasos e pendencias.

Qual sistema devo adotar para realizar um bom controle de dados em minha empresa?

Se você deseja aprimorar o controle de dados de sua empresa o GestãoClick é um dos mais eficientes sistemas do mercado. Ele atua como um poderoso ERP e ainda possui integração contábil, desta forma a análise de dados internos e contábeis de sua empresa operam dentro de um único ambiente.

O controle de dados é realizado de modo eficiente e totalmente em nuvem, garantindo o acompanhamento em tempo real e com total segurança. A principal vantagem do modelo da GestãoClick é poder contar com diversos benefícios em um só sistema. Isso representa economia, maior agilidade e integração.

 

[1] Link da citação: https://www.oracle.com/br/big-data/

 

Artigo by GestãoClick

5 Motivos para não gerir os seus dados no Excel

5 Motivos para não gerir os seus dados no Excel

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Muitas empresas usam ainda o Excel para fazer a gestão dos seus dados de vendas, marketing, entre outras áreas. Contudo, apesar de ser bastante fácil trabalhar com o Microsoft Excel, este programa tem demasiadas limitações e acaba por ser insuficiente para gerir toda a informação de uma empresa. À medida que as empresas vão crescendo, os gestores sentem a necessidade de utilizar ferramentas mais sofisticadas para gerir a informação empresarial. Mas, apesar dessa necessidade crescente, muitos gestores insistem em utilizar o Excel como ferramenta principal de trabalho e isso acontece devido à facilidade de uso e à resistência à mudança. No artigo de hoje, apresentamos-lhe 5 motivos para não gerir os seus dados no Excel!

O Excel não é seguro

O Excel é um programa gerido de forma manual, que funciona baseado em fórmulas que nem todos os colaboradores de uma empresa compreendem. Assim, gerir os dados de uma organização através do Excel pode ser bastante confuso, pois basta um colaborador alterar uma fórmula para que todos os dados fiquem adulterados. Além disso, o Excel tem uma grande lacuna a nível de segurança pois não permite criar hierarquias a nível da edição do documento, o que compromete em grande medida a segurança dos dados.

Grande consumo de tempo

Inserir os dados no Excel consome muito tempo e ocupa um recurso humano que poderia estar a dedicar-se a outra tarefa. Existem estudos que revelam que os gestores gastam cerca de 50% a 80% do seu tempo de trabalho a recolher dados e a inseri-los em programas como o Excel. O ideal é utilizar uma ferramenta como o Multipeers que junta numa só plataforma todas as informações oriundas das mais diversas fontes de dados da empresa. E tudo em tempo real e de forma automática.

Grande probabilidade de erro

Os ficheiros de Excel são tratados manualmente e por isso existe uma grande probabilidade de erro humano. No mundo empresarial, é preciso haver uma grande confiança nos dados, pois só assim se conseguem tomar as decisões certas para o negócio. Um dado inserido de forma errada no Excel pode afetar todas as informações inseridas e pode desencadear uma decisão mal tomada que prejudica seriamente a empresa.

Perigo de perda dos dados

Felizmente, já existe a opção de utilizarmos o Excel de modo online através do Office 365. No entanto, a maior parte das pessoas continua a trabalhar em ficheiros guardados no seu computador e isso compromete a segurança dos dados. Em caso de desastre informático ou ataque por parte de hackers, existe uma grande probabilidade do ficheiro se perder para sempre. Caso utilize o Excel, a melhor decisão a tomar é utilizá-lo no Office 365, para que possa gravar as alterações de modo automático e para que o ficheiro fique guardado na Web.

Falta de integração

Para gerir bem uma empresa, é necessário trabalhar com diversos ficheiros de Excel, mas é bastante complexo conseguir que eles “conversem” entre si. Existem fórmulas que permitem que um dado alterado num ficheiro tenha impacto noutros ficheiros, mas isso torna os documentos muito pesados e por vezes não funciona corretamente.

Como tomar as decisões certas na minha empresa?

Como tomar as decisões certas na minha empresa?

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A vida do gestor de uma empresa é cheia de desafios, imprevistos e responsabilidades. Erros não são bem aceitos e cada um deles gera consequências importantes para o funcionamento do negócio. O sucesso da empresa depende as inúmeras decisões que devem ser tomadas diariamente. Tomar decisões estratégicas assertivas hoje se transformou em um grande diferencial e aumenta a competitividade e as chances de sucesso. Não é mais aceitável contar apenas com o “feeling” do gestor. Mas diante de tantas dificuldades, como tomar decisões certas para a empresa? Certamente é com muito planejamento e com o uso de ferramentas que forneçam informações confiáveis para o negócio. Dessa forma você minimiza as chances de cometer erros. É preciso ter dados precisos e atualizados para fazer análises claras do cenário sociopolítico, das taxas de crescimento, da concorrência e de muitos outros itens que geram grandes impactos na decisão.

Identifique o problema

Um dos maiores erros dos gestores que ocasionam a tomada de decisões equivocadas é a falta de conhecimento e investigação da situação por completo. Sem esse cuidado, a decisão tomada pode não ser a mais adequada, gerando ainda mais problemas ou novos erros. É importante dedicar um pouco de tempo e esforço para entender qual é o ponto de inicio do problema e buscar alternativas que possam solucioná-lo. Muitas vezes a questão apresentada é apenas a consequência que outra situação que, se não for resolvida, continuará gerando prejuízos.

Tenha bons indicadores de desempenho

Os indicadores mostram o que está dando certo ou não na empresa. É imprescindível que você possa confiar nos números apresentados e que eles sejam atualizados. Também é importante escolher aqueles que são importantes para a sua empresa, já que existem muitos indicadores, mas nem todos demonstrarão dados relevantes para o seu negócio. Para conseguir que essas informações sejam eficientes, você deve contar com a ajuda da tecnologia e utilizar softwares de captação de dados que asseguram a agilidade e fidelidade das informações. Eles contam com recursos de business intelligence para “garimpar” as informações relevantes para a sua empresa e apresentá-las de maneira amigável, facilitando a sua interpretação.

Utilize um sistema de gestão empresarial

Com mais essa ajuda da tecnologia você simplifica o processo de registro e de organização de dados. O sistema ERP online reúne todas as informações registradas e permite que o gestor gere relatórios personalizados, em tempo real, além de projeções como fluxo de caixa. Com esses dados a análise dos cenários possíveis se torna muita mais fácil e isso ajuda na tomada de decisões. Ter dados precisos sem risco de falhas humanas permite uma visualização clara do que seu negócio precisa. Por exemplo, ao ter um software de controle de estoque você ganha tempo na gestão do seu estoque e precisão de informações.

Crie um planejamento eficiente

Para decisões mais complexas e, principalmente, de longo prazo, é preciso planejar com calma cada passo a ser dado, considerando todos os prós e contras de cada situação. Uma técnica bastante eficiente é a ferramenta 5W2H, um acrônimo de 7 perguntas, em inglês, que servem como base para desenvolver um bom planejamento estratégico.

  • What (o que será feito?)
  • Why (por que será feito?)
  • Where (onde será feito?)
  • When (quando?)
  • Who (por quem será feito?)
  • How (como será feito?)
  • How much (quanto vai custar?)

Conte com a sua equipe de trabalho

Para algumas decisões, principalmente aquelas que envolvem processos de trabalho e criatividade, é muito importante envolver a sua equipe de colaboradores. Faça uma reunião de brainstorming, e peça que seus funcionários pensem fora da caixa, encontrando soluções criativas e viáveis para os problemas encontrados.

Acompanhe os processos

Depois de ter tomado a decisão a ser tomada, e ter definido as ações que precisam ser feitas, é preciso continuar acompanhando os processos para ter certeza de que tudo está seguindo como deve ser. Para isso, os indicadores de desempenhos confiáveis continuam tendo grande importância para garantir que as análises sejam fiéis aos acontecimentos. Caso seja preciso indicar outra pessoa para ser o responsável pela condução do que foi planejado, assegure-se de que ela seja de confiança e, mesmo assim, esteja sempre inteirado sobre o que está acontecendo. Lembre-se de que você é o responsável pelas tomadas de decisões e será cobrado, mais cedo ou mais tarde, por elas. Com essas dicas certamente você conseguirá tomar decisões importantes para sua empresa de maneira mais rápida e objetiva, e terá a certeza de que a escolha será a melhor para os seus negócios.

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